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Formados pela FEMA atuam na Marinha

Profissionais ressaltam a importância da graduação na projeção da carreira

A graduação em Química Industrial na FEMA – Fundação Educacional do Município de Assis é reconhecida pela sua empregabilidade, não apenas na região, como também em todo o país. Dois dos egressos atuam na Marinha.

Guilherme da Silveira de Moraes e Rando Messias de Oliveira trabalham no Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP), em Ípero, área metropolitana de Sorocaba, interior paulista.

Dentre as atividades de Guilherme, estão a elaboração de processos de licitação e fiscalização de serviços prestados para conclusão de uma unidade industrial de Hexafluoreto de Urânio. Já Rando é Químico Industrial e trabalha com monitoração da qualidade de efluentes líquidos.

O  CTMSP é uma organização militar que executa o Programa Nuclear da Marinha do Brasil. O objetivo é capacitar o país no domínio dos processos tecnológicos, industriais e operacionais de instalações nucleares aplicáveis à propulsão naval.

Rando Messias de Oliveira. (Foto: Reprodução/Facebook)

Rando Messias de Oliveira. (Foto: Reprodução/Facebook)

Formados em 2010, os dois destacam a importância do curso na projeção de suas carreiras. “A FEMA me deu uma sólida formação e isso foi primordial”, diz Rando. Além da base técnica, a graduação trouxe outros conhecimentos, ressalta Guilherme. “Desenvolvemos o pensamento, o que conta muito para o crescimento profissional.”

Os graduados lembram das inúmeras oportunidades de estágio e pesquisa oferecidas pela fundação. “Opções de estágio, iniciações científicas, projetos com indústrias privadas, tudo é importante para nosso conhecimento, pensamento e convívio coletivo”, conta Guilherme que foi estagiário no CEPECI, o Centro de Pesquisas de Ciências, e também no laboratório de Química.

O ex-aluno ainda desenvolveu trabalho no PIC, o Programa de Iniciação Científica. “Minha pesquisa foi na área de aproveitamento de lignocelulósicos para a produção de etanol de segunda geração. Continuei nessa mesma linha no Mestrado”.

“A FEMA é importante em todo o processo, mas cada um deve fazer sua parte”, explica Rando. “Estudar outro idioma, cursos de informática. Não basta somente o conhecimento técnico. É preciso algo mais: sair da zona de conforto”.

Ambos os egressos da Química Industrial são otimistas em relação ao mercado de trabalho. “Há muitas oportunidades nas áreas acadêmica e profissional. As indústrias sucroalcoleiras, por exemplo, crescem a cada ano, aumentam sua produção de etanol e de energia”, avalia Guilherme. “Nossa área, como todas as outras, é concorrida, entretanto sempre haverá mercado para bons profissionais”, diz Rando.

O curso de Química na FEMA começou em 1999. Com o apoio de usinas de açúcar, funcionários eram estimulados a buscar formação superior. Assim, a graduação rapidamente se popularizou. Atualmente, é a única da instituição em que os alunos são habilitados em Licenciatura e Bacharelado.

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