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Estudante apresentará PIC em Salvador

O trabalho, que já foi apresentado no Fórum Científico da FEMA e em evento regional, investiga a qualidade metodológica de estudos clínicos de Fisioterapia desenvolvidos durante a pandemia do Covid-19

A estudante do segundo ano do curso de Fisioterapia da Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA), Estefania Carla Bompani Silva e Souza Fogaça, apresentará seu PIC no “2º Congresso Internacional de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Metabólica” da Sociedade Brasileira de Fisioterapia (SBF), em Salvador-BA. O evento acontecerá de 24 a 27 de novembro de 2022.

O trabalho tem como orientadora, a professora Dra. Juliana Souza Uzeloto, e leva o título “Qualidade metodológica de estudos clínicos em Fisioterapia: uma análise de intervenções realizadas no período da pandemia pela Covid-19”. Foi apresentado, primeiramente, no “Fórum Científico da FEMA”, em outubro, e no “Encontro Nacional de Ensino, Pesquisa e Extensão (ENEPE)” da Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE) de Presidente Prudente.

Estefania conta que a ideia para o tema surgiu a partir de sugestões de sua orientadora junto à área de interesse da estudante, e que foi considerado o período incerto, com restrições sociais, para a escolha de um tema metodológico e teórico. Ela explica que o trabalho investiga a qualidade metodológica de estudos clínicos aleatorizados, desenvolvidos no período da pandemia do Covid-19, publicados e disponíveis na plataforma “Physiotherapy Evidence Database (PEDro)”.

“Consideramos o fato da pandemia ter provocado grandes repercussões e impactos de proporção mundial, onde fisioterapeutas, em especial, se depararam com os olhares voltados para sua atuação que, além de alcançar um lugar de protagonismo, se tornou indispensável na linha de frente e na reabilitação de recuperados. O período também oportunizou uma abundância de novas informações, além da necessidade de atualização e investimento no campo da pesquisa. Nesse sentido, a investigação da qualidade metodológica dos estudos desenvolvidos e publicados nas diversas áreas da Fisioterapia, durante o período da Covid-19, se faz essencial para assegurar a prática baseada em evidências, já que nós fisioterapeutas somos, também, peça fundamental na produção científica”, explica a estudante.

De acordo com a professora orientadora, Dra. Juliana Uzeloto, a iniciação científica fornece grandes oportunidades aos estudantes de graduação e contribui para o seu crescimento profissional e pessoal, além do acadêmico. “Além do conhecimento aprofundado sobre evidências científicas, o estudante aprende a transmitir conhecimento, por meio de apresentações em eventos científicos. Essas vivências são enriquecedoras para o crescimento profissional e pessoal do estudante, pois permite a interação com pesquisadores de diversos lugares. Como resultado da iniciação científica vemos um estudante mais interessado e engajado com o curso”, comenta Juliana.

Segundo a coordenadora do curso, professora Ma. Maria Eulália Baleotti, é gratificante ver estudantes da Fisioterapia da FEMA realizarem pesquisas e conseguirem levar os resultados dos estudos para além da faculdade. “Para a coordenação, ver estudantes apresentando seus trabalhos de iniciação científica fora de Assis e em congressos internacionais, demonstra que o curso de Fisioterapia da FEMA prepara o estudante para atuar em suas práticas com base na ciência”, cita Maria Eulália.

A estudante finaliza dizendo que acredita e sente, com essas apresentações, que está no caminho que idealizou, e agradece o apoio de sua orientadora e de seus professores. “Meu sentimento com relação às apresentações que já participei e à aprovação no Congresso que acontecerá em Salvador, me remete à colheita dos frutos de investimento, esforço, de entrega e das minhas convicções, até porque, a Fisioterapia é, para mim, um lugar de aprendizado e crescimento. É onde eu entendo e vivencio a oportunidade de servir, aprender e conquistar um início na carreira científica. Sou profundamente inspirada e apoiada por meus professores, que realizam essa prática com tamanha excelência, e acredito que não se trata apenas de uma realização pessoal, mas de uma missão de contribuir, acrescentar e dedicar minhas aptidões onde estiver inserida, seja como estudante ou pesquisadora”, declara Estefania.

O PIC realizado por Estefania, orientado pela professora Dra. Juliana, encontrou 70 estudos produzidos em 21 países, dentre eles um artigo multicêntrico. A conclusão obtida, com a interpretação das pontuações, foi que os artigos publicados durante a pandemia apresentaram qualidade metodológica moderada, revelando necessidade de melhores evidências científicas na Fisioterapia. Tendo em vista a disseminação e o avanço de informações atreladas à importância da prática baseada em evidências, avaliar a qualidade metodológica desses estudos contribui para consolidação e produção de dados de qualidade nas pesquisas.

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